terça-feira, 2 de junho de 2020

Cai o preço das casas em Portugal: queda prevista de até 20%

Um dos efeitos imediatos da pandemia de coronavírus é a crise econômica. Com ela, sofrem todos os setores, inclusive o imobiliário. Uma consequência imediata é que cai o preço das casas em Portugal.

Para quem tiver recursos, esta pode ser a hora de investir e também de negociar um bom aluguel. Mas há cuidados a serem tomados. Vamos falar sobre eles neste artigo. Confira.

Cai o preço das casas em Portugal: mudança no cenário de especulação imobiliária

Antes da pandemia, o mercado imobiliário em Portugal estava aquecido, com aumento dos valores de aluguéis, muitos imóveis disponíveis para locação de curta duração para turistas e muitas oportunidades para quem queria investir no setor.

A realidade, agora, é que o setor imobiliário de Portugal sofre uma grande mudança. Se ela será perene ou temporária, ainda não é possível garantir.

Com a redução drástica no turismo, os proprietários de imóveis antes destinados à locação temporária colocam seus apartamentos e casas à venda ou para locação por períodos mais longos, visando atrair quem realmente reside em Portugal.

Ao mesmo tempo, a crise econômica que se desenha – e promete recessão e altas taxas de desemprego pelos quatro cantos do planeta – derruba os preços de maneira significativa.

Queda nos preços para alugar e comprar

Nas palavras do presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (Apemip), o setor imobiliário encontra-se parado em Portugal. “Não está acontecendo rigorosamente nada”, afirmou em entrevista ao Jornal Económico. Até as visitas aos imóveis, em tempos de pandemia e distanciamento social, são evitadas, sendo realizadas apenas virtualmente.

Nos cálculos dos profissionais do setor, a queda nos preços dos aluguéis já chega a 20%. Na venda, o recuo é de 15%. E as locações no Airbnb, por exemplo, estão 50% mais baratas.

Imóveis voltam a ter preços que condizem com o valor real

Para o corretor Hugo Silva, da Remax, o que se vive em Portugal, no momento, é um ajuste mais realístico dos valores. “Os imóveis que estão com preço caindo são claramente aqueles que estavam inflacionados. Eles não valiam os preços que tinham”, defendeu em entrevista à TVI.

Já Ricardo Sousa, CEO da Century 21, apontou outra questão. Para ele, os imóveis com valores mais baixos são, na verdade, propriedades de pessoas que foram atingidas pela crise e precisam de renda imediata. Nestes casos, de venda feita às pressas, o desconto chega a até 15% do valor do imóvel.

No estudo Portuguese Investment Property Survey, realizado pela revista Confidencial Imobiliário, a perspectiva do setor é que os preços caiam 8,4% nos próximos 12 meses e as vendas recuem 15,7%.

Quando o setor tende a retomar o crescimento?

Para os especialistas do setor imobiliário, a recuperação da crise não se dará em V, ou seja, de maneira imediata. Mas a tendência é que o mercado retome algum fôlego já em meados de 2021.

Neste sentido, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) lançou no dia 2 de junho de 2020 o Programa Relançar, que visa estimular o setor imobiliário do país. Entre as principais medidas propostas estão a retomada da emissão de vistos Gold e a redução de impostos sobre novas construções.

Cuidados necessários ao arrendar

E isto acende um alerta relevante para quem alugar apartamento ou casa em Portugal agora. Pode haver uma subida inesperada de valores pós-crise. Então, esteja preparado para este risco. Especialmente se você alugar um apartamento antes destinado à locação por temporada.

Apesar de os proprietários estarem negociando contratos mais longos de aluguel, por seis meses ou até um ano, esteja preparado para que o apartamento ou casa seja solicitado de volta tão logo a atividade turística reaqueça no país.

Nenhum despejo até 30 de setembro

Atualmente, uma lei garante que nenhum despejo será realizado até 30 de setembro. A medida, que pode ser novamente prorrogada (a lei inicial previa o benefício somente até junho), visa proteger os inquilinos durante a crise.

Para depois deste período, nossa dica é exigir cláusulas muito claras a respeito de reajustes no contrato de arrendamento.

Ao realizar a locação diretamente com o proprietário, você acaba pagando menos, é verdade. Mas, nestas horas de crise, com muitos fatores a serem avaliados, ter a intermediação e a assessoria de uma imobiliária pode ser uma boa ideia para assegurar os seus direitos.

cai o preço das casas em Portugal prédios

Cenário pré-pandemia: investimento estrangeiro e turismo alteraram o mercado imobiliário português

Até antes da pandemia de coronavírus alterar o cenário mundial, Portugal vivia um momento de expansão motivado em grande parte pelo setor imobiliário, que responde por 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

De olho nas oportunidades portuguesas, os estrangeiros injetaram 25 bilhões de euros no setor imobiliário português, entre o fim da crise de 2008 e o final de 2019.

Para muitos estrangeiros, brasileiros inclusos, Portugal unia o útil ao agradável. Era um país em retomada econômica, precisando de investimento exterior. Era também um destino turístico que atraía muitos visitantes através das plataformas de locação de imóvel por temporada. E era ainda um país que concedia visto de moradia na Europa para quem comprasse um imóvel no valor de, no mínimo, 500 mil euros, o Golden Visa.

A procura foi tanta (chineses e brasileiros à frente do movimento), que cidades como Lisboa e Porto foram transformadas.

Os preços dos imóveis subiram de maneira nunca vista, em grande parte por especulação. Tanto que limites ao acesso de estrangeiros aos imóveis precisaram ser impostos, para garantir moradia aos locais e preservar algumas características culturais. Por conta disso, o Orçamento do Estado de Portugal de 2020 aprovou limitações ao Visto Gold, que ainda não entraram em vigor.

Venda de casas e preço para arrendamento atingiram valores recordes

Conforme afirma o Jornal Económico de Portugal, eram vendidas 500 casas por dia no país. O preço médio do metro quadrado em Lisboa era de 3,250 mil euros, duas vezes mais do que no Porto e três vezes mais do que no resto do país.

O aluguel de um apartamento de dois dormitórios em Lisboa custava 900 euros por mês e os locatários precisavam depositar seis meses adiantados para garantir o imóvel.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, entre 2013 e 2019, os preços das casas em Portugal subiram em média 53%. Em algumas regiões, os preços tornaram-se incompatíveis com a renda da maioria dos portugueses, o que confirma que a especulação dos últimos anos manteve os valores praticados fora da realidade.

Será que esse cenário irá retornar? Ainda não é possível afirmar. O fato é que Portugal certamente continuará a ser um dos países com menor custo de vida na Europa. Conta com a facilidade do visto Gold, que é um chamariz para estrangeiros. Vive em estabilidade política e oferece qualidade de vida. Ou seja: o lugar tem tudo para retomar os patamares imobiliários pré-Covid-19.

Hora de aproveitar a oportunidade

Então, se é uma realidade que com a crise causada pela pandemia cai o preço das casas em Portugal, nossa dica é aproveitar o momento para quem puder alugar a preços melhores, tomando as devidas precauções.

Para quem pensa em se desfazer do imóvel, o momento é de cautela, para não perder dinheiro.

Já para quem pensa em comprar casa em Portugal,  saiba que o país tem linhas de crédito para estrangeiros desburocratizadas e bastante acessíveis. Para saber mais sobre financiamento de imóveis em Portugal, leia nosso artigo completo.

Boa sorte!

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Como estudar na Itália: visto, custos e bolsas e outras dicas

Estudar na Itália, um país com tanta história e tão lindo, está na lista de sonhos de muitos brasileiros. Mas será que o processo para estudar no país da bota é muito complicado? Vamos ver como estudar na Itália, quais os documentos necessários, como funciona o processo seletivo e muito mais, vamos lá?

Como estudar na Itália: as diferenças no sistema de ensino

O sistema de ensino na Itália pode ser, como no Brasil, público ou privado. Existem basicamente 2 diferenças entre o ensino na Itália e no Brasil.

A primeira é que as universidades públicas não são de graça, mas a taxa a ser paga varia conforme a renda familiar do estudante. Assim, pessoas de baixa renda não pagam, enquanto famílias com alta renda pagam valores mais relevantes.

De qualquer forma, a média de preço de uma universidade pública gira em torno de 1000€ a 4.000€ por ano. A segunda diferença é que aqui as universidades privadas são normalmente bem mais caras que as públicas (dependendo da universidade, podem chegar até 20 mil € por ano). Mas já vamos aprofundar sobre os preços abaixo.

Veja o que é necessário para fazer faculdade na Itália.

Entendendo os ciclos do ensino superior

No Brasil, estamos acostumados com três ‘ciclos’ no ensino superior: o Bacharelado/Licenciatura, o Mestrado e o Doutorado. Em tese, uma pessoa pode iniciar qualquer um dos três em uma Universidade, desde que cumpra os pré-requisitos necessários (como realização de provas e análise curricular, por exemplo).

Na Itália é um pouquinho diferente, então fique atento para entender exatamente em que nível está se matriculando e qual é o equivalente brasileiro. Aqui na Itália, temos quatro ‘ciclos‘: a Laurea, a Laurea Magistrale, o Master e o Dottorato di Ricerca. Vamos conhecê-los melhor a seguir:

  • Laurea: três anos de estudos básicos; equivale ao Bacharelado;
  • Laurea Magistrale: 2 anos de estudos adicionais após os 3 básicos, em temáticas mais específicas; equivale ao Mestrado;
  • Master: é um ciclo de estudos que comprova particulares competências em um específico campo de estudo ou atividade profissional. Normalmente não dura menos de 1 ano;
  • Dottorato di Ricerca: como o nome sugere, este é o equivalente ao Doutorado. Nem todas as instituições de ensino superior oferecem esta modalidade.

Dica: o ano letivo na Itália começa em setembro. Ou seja, as aulas só começam quando o verão está para terminar.

O que são os créditos?

Os créditos universitários, chamados na Itália de CFU (Crediti Formativi Universitari) e na Europa de ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System) são o total de horas que o aluno deverá se dedicar ao estudo. Um crédito equivale a 25 horas e, normalmente, os alunos têm um total de 60 créditos por ano para realizar.

Esses créditos não substituem as notas de avaliação, porém são indispensáveis para terminar o curso (por exemplo, não é possível terminar um curso “devendo” créditos).

Provas e notas

Uma coisa bastante diferente das universidades brasileiras é que nas italianas existem disciplinas onde a frequência nas aulas não é obrigatória.

Por isso, nessas aulas o aluno pode escolher se vai ou não nas aulas (mas de qualquer maneira ele tem que fazer os testes da disciplina). Porém, mesmo não sendo obrigatórias, as salas de aula estão sempre cheias.

As avaliações nas universidades italianas são compostas por provas orais e escritas, isso vai depender de cada disciplina. Na Itália as notas são dadas de 0 a 30 e a média para passar é no mínimo 18 pontos (na maioria das universidades).

Dedicação para estudar
Estudar na Itália exige dedicação

Como escolher o curso

A escolha do curso que você vai fazer é crucial para o seu futuro. Além disso, isso irá interferir no processo de como estudar na Itália. Cada curso (e universidade) tem o seu próprio processo de candidatura, e por isso antes de saber como estudar na Itália é ideal que você escolha o seu curso, para entender o processo seletivo.

Melhores cursos na Itália

As universidades italianas oferecem cursos em todas as áreas. Existem alguns cursos que são mais renomados do que outros, mas a maioria dos cursos na Itália são muito bons. Veja a lista dos melhores cursos na Itália:

  • Design de moda;
  • Engenharia;
  • Medicina;
  • Artes;
  • Física;
  • Gastronomia;
  • Arquitetura.

Como escolher a Universidade

Escolher a universidade para a qual você vai se candidatar é muito importante. A escolha da universidade é crucial para que você saiba qual o processo seletivo, os requisitos, documentos necessários e custos.

Se você precisar de ajuda nesse processo, leia aqui como se candidatar à Universidade na Itália, esse artigo vai ajudar você.

Melhores universidades italianas

A Itália e um país que possui universidades de renome que estão sempre no ranking das melhores do mundo. O ranking das melhores universidades italianas de 2020 não varia muito do ranking de 2019, o que não é muito surpreendente.

É interessante saber quais as melhores universidades antes de decidir estudar fora do Brasil, assim, quando você for fazer a sua candidatura e pesquisar sobre como estudar na Itália, poderá ir direto ao site da universidade para saber como funciona exatamente o processo seletivo.

Veja o ranking das 10 melhores universidades italianas de 2020, de acordo com a Times Higher Education:

  1. Scuola Superiore Sant’Anna;
  2. Scuola Normale Superiore di Pisa;
  3. Universidade de Bolonha;
  4. Universidade de Pádua;
  5. Universidade Vita-Salute San Raffaele;
  6. Universidade de Roma Sapienza;
  7. Universidade de Milão;
  8. Universidade Politécnica de Milão;
  9. Universidade de Trento;
  10. Universidade de Florença.

Como se candidatar a uma universidade na Itália

Se candidatar a uma universidade na Itália não é complicado. O mais importante, e que deverá sempre ser feito, é conferir o edital de abertura de cada curso e cada universidade, pois os documentos e requisitos poderão variar.

ENEM

Infelizmente as universidades Italianas não aceitam o ENEM como forma de ingresso. Por isso, é necessário juntar os documentos exigidos por cada universidade para poder fazer a sua candidatura.

Documentos necessários

  • Declaração de valor: documento emitido pelo consulado italiano a partir do histórico e diploma do ensino fundamental e médio;
  • Carta de motivação: normalmente é exigida para o processo seletivo. Deve falar sobre os motivos que te levam a querer estudar na instituição;
  • Currículo: também é um documento que normalmente as universidades pedem. Deve ser feito em formato Europass.

Tipos de ingresso

Nas universidades italianas existem 2 tipos diferentes de ingresso. Existem os cursos de acesso livre (accesso libero), onde não é necessário fazer qualquer tipo de prova de ingresso, e os cursos de vagas fechadas (numero chiuso), que são muito concorridos e exigem provas de ingresso. estudar universidade na italia

Quanto custa estudar na Itália?

Saber quanto custa estudar na Itália é tão importante quanto saber como estudar na Itália. Afinal, é necessário fazer as contas para saber se conseguimos arcar com todas as despesas.

A maioria das universidades italianas são públicas, mas, como já comentamos, isso não isenta os estudantes do pagamento das taxas administrativas. O valor dessas taxas irá variar de acordo com a universidade, o curso e em alguns casos a renda familiar do estudante. Veja alguns exemplos do custo de acordo com a universidade:

Universidade de Pádoa

  • Graduação e Mestrado: 2.529€ (cursos de humanas), 2.622€ (outros cursos);
  • Doutorado: 187€,

Universidade de Bolonha

  • Graduação 2.040€;
  • Mestrado: 2.550€;
  • Doutorado: 157€.

Universidade de Trento

  • Graduação: 3.000€;
  • Mestrado: 6.000€
  • Doutorado: 250€.

Esses custos são anuais e podem ser reduzidos dependendo da colocação do aluno no processo seletivo e até da renda familiar do estudante.

Isenção de taxas universitárias

O governo italiano estipulou a existência de isenção das taxas para os estudantes universitários na Itália. Essa isenção é feita de acordo com o rendimento familiar de cada aluno. Porém, na maioria das universidades esse processo só é válido para estudantes italianos.

Existem algumas universidades italianas que aceitam fazer a revisão das taxas universitárias para alunos estrangeiros, como, por exemplo, a Universidade de Bolonha. Essa informação estará no site da universidade, assim como a explicação do processo.

Bolsas de estudo para estudar na Itália

Se você quer saber como estudar na Itália com uma bolsa de estudos, saiba que existem diversas possibilidades:

Governo Italiano

O Governo Italiano oferece todos os anos algumas bolsas de estudo para quem quer ir estudar na Itália. As bolsas são para algumas áreas específicas (como arte, dança e música) e para mestrado e doutorado. As candidaturas devem ser feitas diretamente no site do Ministerio degli Affari Esteri e della Cooperazione Internazionale (MAECI), onde estará disponível o edital com todos os pré-requisitos e documentos necessários.

Programas de intercâmbio

A bolsa de estudos Erasmus + foi criada para que os estudantes de países terceiros tenham a oportunidade de estudar na Europa. Esse programa contempla o pagamento das taxas administrativas das universidades mais uma ajuda financeira mensal (o valor varia de acordo com o país onde vai estudar e o grau de ensino). Para se candidatar você deve entrar em contato diretamente com a universidade onde deseja estudar.

Confira tudo que precisa saber para fazer intercâmbio na Itália.

Universidades italianas

Existem algumas universidades italianas que possuem programas de bolsas de estudos para estudantes internacionais. Os documentos necessários e o valor da bolsa irão variar de acordo com o edital de cada universidade. As candidaturas às bolsas devem ser feitas no site da própria universidade, de acordo com as datas fixadas nos editais.

estudar na Itália com professor

É necessário visto para estudar na Itália?

Sim, se você não tiver cidadania europeia não tem como estudar na Itália sem visto.

Tipos de visto

O seu visto para estudar na Itália vai depender do tipo de curso que você vai fazer.

  • Visto para Curso Universitário;
  • Visto para Curso e Formação Profissional;
  • Visto para Curso de Pós-Graduação;
  • Visto para Intercâmbio de estudos.

Onde pedir o visto

Para pedir o seu visto para estudar na Itália você deverá se dirigir a um dos Consulados Italianos no Brasil. Antes de ir no consulado você precisará ter todos os documentos necessários. Além disso, alguns consulados exigem a marcação da visita, por isso confira no consulado da sua região como funciona o processo.

Documentação

Como qualquer pedido de visto, o requerimento do visto de estudos para a Itália é um processo burocrático que exige bastante documentação.

  • Formulário de pedido de visto: esse formulário deverá ser impresso e preenchido. Você poderá encontrá-lo no site do consulado italiano;
  • Fotografia: é necessário levar uma fotografia 3×4 recente com fundo branco;
  • Passaporte: é necessário apresentar o passaporte brasileiro com validade superior a 3 meses a partir da data final do visto;
  • Comprovante de alojamento: você precisará apresentar um documento comprovando onde você ficará hospedado na Itália. Pode ser a reserva de um hotel (ou hostel, Airbnb), a aceitação em um alojamento universitário ou o contrato do aluguel de um apartamento (ou quarto);
  • Comprovante de renda: um documento comprovando que você possui meios financeiros para se sustentar na Itália durante todo o período de estudo;
  • Seguro saúde: você precisa ter um seguro saúde privado ou então ter o IB2 (formulário retirado no INSS);
  • Comprovante de inscrição no curso: você deverá apresentar a sua inscrição ou pré inscrição no curso que você vai fazer na Itália.

Custo e tempo de espera

O visto para estudar na Itália custa em torno de 60€. O tempo que vai demorar para ter a resposta vai variar de acordo com cada consulado e sua demanda.

Estudar na Itália sem visto

Talvez você já saiba que pode viajar para a Itália e passar até 90 dias no país sem visto nenhum. São três meses, tempo suficiente para completar cursos de curto prazo.

É comum que muitos brasileiros venham para a Itália para fazer cursos de italiano, gastronomia, moda, etc, por esse período sem a necessidade de um visto.

Você pode ficar todo esse tempo no país europeu, sem documentação adicional alguma, é uma facilidade enorme – diferentemente do que acontece com que planeja passar a mesma quantidade de tempo nos EUA, por exemplo. Quanto sufoco para conseguir seu visto.

Mas, se o seu curso na Itália for de duração maior que 90 dias, então você precisará de um visto para estudar na Itália.

Veja tudo o que você precisa saber para morar na Itália.

É necessário saber italiano para estudar na Itália?

Essa é uma pergunta básica de quem quer saber como estudar na Itália e a resposta é bem simples, você não precisa saber italiano para estudar na Itália.

É claro que, se você souber italiano a sua vida será bem mais fácil tanto no seu dia a dia no país quanto na sua rotina na universidade. Muitos cursos das universidades italianas oferecem aulas em inglês, porém, se você souber italiano, a gama de aulas que poderá frequentar é bem maior.

Outros benefícios de estudar na Itália

Estudar na Itália é sonho de um número crescente de brasileiros. Também, pudera. A Itália:

  • É o berço do Renascimento;
  • Tem mais de 2.000 anos de história viva, que pode ser visitada pelos turistas (como os monumentos da Roma antiga) e pelos novos cidadãos italianos;
  • É polo de alta costura, com renome mundial;
  • É lar dos melhores eventos de moda, design e arquitetura;
  • É um país de forte tradição cultural e excelência acadêmica, com algumas das melhores Universidades do mundo.

De fato, há muitos pontos positivos em vir para a Itália, aproveitar esse vasto e animado caldeirão cultural, aprender bastante e fortalecer o seu currículo. Pessoalmente, eu sugeriria aproveitar a Itália e aprender a parlare italiano!

Nada como uma imersão para aprofundar seus conhecimentos (mesmo que você comece do zero). Brasileiros são muito bem recebidos na Itália, e esse contato com o povo será essencial para fazer o estudante ganhar confiança no idioma, aprender expressões coloquiais (isto é, como o povo se comunica ‘de verdade’, no dia a dia) e voltar ao Brasil craque em italiano!

Agora que você já sabe como estudar na Itália, saiba tudo sobre o seguro viagem para Itália. É um documento obrigatório para entrar no país, seja a turismo ou para morar. Utilize nosso comparador de seguros para encontrar o plano que mais se adequa às suas necessidades, no preço que você deseja. Utilize nosso cupom EURODICAS5 para ganhar 5% de desconto!

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Viajar para a Holanda: o que deve saber antes de embarcar

A Holanda ou Países Baixos, como prefere ser chamado, é um país dos mais encantadores. A beleza do local impressiona e há verdadeiros ícones que estão sempre presentes no nosso imaginário: pontes e canais, moinhos, tulipas, bikes como meio de transporte, a arte de Van Gogh e muitos outros. Também é grande a curiosidade pelo estilo de vida do país, então viajar para a Holanda está nos planos de muita gente, seja para fazer turismo ou até para morar.

Viajar para a Holanda para turismo

Há inúmeras boas razões para viajar para a Holanda, especialmente se você se interessa em conhecer uma cultura totalmente única e bem diferente da brasileira. Eles têm paixão pela vida ao ar livre e utilizam a bicicleta como um de seus principais meios de transporte. Outro atrativo são os museus incríveis e as coleções de arte, espalhadas pelo Museu Van Gogh, Rijksmuseum (Museu Nacional), Hermitage Amsterdam e a emocionante Casa de Anne Frank.

Os jardins também dizem muito sobre a sensibilidade dos holandeses – e visitar o país na época da primavera é garantia de fotos maravilhosas com as icônicas tulipas. Sem contar a culinária saborosa, com salsichas, cervejas, as Poffertjes (mini-panquecas cobertas de açúcar de confeiteiro) e outras comidas locais que tornam a experiência ainda mais especial. Motivos não faltam para viajar para a Holanda!

Localização e população

A Holanda está localizada na Europa Ocidental e faz fronteira com a Bélgica e com a Alemanha. Sua população ultrapassou os 17 milhões de habitantes, é referência de boa saúde em toda a Europa e tem como língua oficial o desafiador holandês. E você, vai viajar para os Países Baixos e tem dúvidas sobre documentação e passagem? Então este artigo pode te ajudar – e muito! Confira.

Antes de continuar, será que há alguma diferença entre Holanda e Países Baixos? Descubra.

3 principais cidades para viajar nos Países Baixos

Com pouco mais de 41km², é possível percorrer as distâncias entre as principais cidades alugando um carro ou aproveitando a boa malha ferroviária e seus trens confortáveis. Veja algumas cidades bem interessantes para visitar quando for viajar para a Holanda.

Amsterdam

Provavelmente esta será a sua primeira parada e, por mais que seja a capital da Holanda, não é um clichê dizer que ela é um excelente ponto de partida. É uma cidade encantadora, com seus inúmeros canais, casinhas, jardins, restaurantes, pubs, lojas. Também respira cultura e arte, com um conjunto maravilhoso de museus e construções históricas. Para curtir a cidade, a dica é reservar pelo menos 3 dias inteiros para se hospedar por lá.

Lisse

Se você for visitar o país entre meados de abril e maio, vale passar por esta cidade e ir a Keukenhof, conhecido como o Jardim da Europa. A fama é justificada, pois, ele concentra em uma área de 32 hectares o inesquecível parque das tulipas e também concentra outras espécies, como lírios, rosas e outras tantas flores. Vale aproveitar e combinar os campos de tulipas com uma visita a praia em Nordwijk, no mesmo dia!

Delft

É uma cidade bem pequena e parece saída dos contos de fadas, com um centrinho histórico dos mais charmosos. Você pode aproveitar e fazer um passeio por lá durante meio dia ou até ficar um dia inteiro, se quiser aproveitar ainda mais a atmosfera deste lugar, com toda a calma. De Rotterdam até Delft, você leva apenas 15 minutos de trem.

Delft viajar para Holanda

O que é preciso para viajar para a Holanda?

Brasileiros podem ficar como turistas na Holanda por até 90 dias sem precisar de visto. Contudo, no processo de entrada no país, podem ser exigidos alguns documentos. Veja a seguir.

Lista completa de documentos

Nem sempre o serviço de imigração irá cobrar todos estes documentos, mas a recomendação é levar todos ou a maior parte deles impressos, para apresentar se forem requisitados.

  • Passaporte válido por pelo menos três meses depois da sua saída do país;
  • Seguro viagem para Holanda, que é obrigatório, com cobertura mínima de 30 mil euros. É uma exigência presente nos países do Tratado de Schengen aos turistas e viajantes a negócios;
  • Passagem de volta com a data marcada;
  • Comprovantes de meios suficientes para sua estadia, podendo ser em espécie, fatura de cartão de crédito internacional ou extrato bancário;
  • Comprovantes de hospedagem, que podem ser reservas de hotéis ou de aluguel de apartamentos, por exemplo. Se for ficar na casa de alguém que tenha residência legal nos Países Baixos, é recomendável pedir uma carta convite.

O que fazer na chegada ao aeroporto

Boa parte dos viajantes chegam via Aeroporto de Schiphol, em Amsterdam. É um aeroporto de grande movimento, uma vez que é o principal hub de voos da companhia aérea nacional KLM, de onde saem e chegam voos do mundo inteiro.

Após seu pouso em Amsterdam, basta seguir junto com os demais passageiros de seu voo para o controle de passaporte e segurança. Haverá filas separadas para cidadãos europeus e de outros países. Aguarde ser chamado e responda às perguntas, normalmente sobre a data de retorno ao país e onde você vai ficar hospedado. Converse com calma e esclareça tudo o que for perguntado.

Após essa etapa, é só seguir as placas e ir para a área de retirada de bagagens em uma das inúmeras esteiras (procure nas telas em qual esteira as malas do seu voo estarão).

Quanto custa viajar para a Holanda a turismo?

Não custa barato viajar para a Holanda, é preciso admitir. Calculamos o valor por pessoa para um casal que vai para Amsterdam passar uma semana, o que dá uma boa base para quem deseja conhecer outras cidades do país.

O preço da passagem varia segundo vários fatores. Período da viagem, em que cidade você está no Brasil, com qual antecedência você vai comprar o bilhete aéreo, qual a empresa escolhida e a cotação do dólar/euro no dia da compra.

Passagens aéreas

Uma passagem de ida e volta saindo de São Paulo para Amsterdã custa cerca de R$5.700 na alta temporada europeia (julho e agosto) e, em média, R$5 mil na baixa temporada (demais meses do ano). Calculamos com base em uma semana de estada no comparador de preços Kayak.

Seguro viagem

Calcule ainda o custo com o seguro viagem obrigatório. Utilizando o comparador de seguro viagem do Euro Dicas, encontramos um plano com bom custo-benefício e cobertura de 60 mil dólares (o dobro da mínima) por R$ 123 por pessoa.

Alimentação

A previsão é de no mínimo 50€ por dia (350€ por pessoa em uma semana), para os mais econômicos, se o seu hotel incluir o café da manhã. Também é possível economizar comprando alguns itens nos supermercados, o que pode custar cerca de 80€ para a viagem.

Hospedagem

Fizemos um levantamento no Booking, e a hospedagem para duas pessoas custa a partir de R$6 mil durante uma semana no centro de Amsterdam.

Transporte

Um bilhete de transporte publico custa 3€, então se você utilizar 2 por dia durante uma semana, vai gastar aproximadamente 42€.

Ingressos das atrações turísticas

Listamos os valores dos tickets para alguns passeios e museus, que fazem parte da maioria dos roteiros de quem vai viajar para os Países Baixos.

  • Excursão noturna de barco pelos canais: 17,20€;
  • Museu Van Gogh: 20€;
  • Ônibus Hop-On Hop-Off em Amsterdã: 23€;
  • Ingresso Museu Stedelijk sem fila: 18,50€;
  • Casa de Anne Frank: 18,21€;
  • Rijksmuseum: 21€;
  • Volendam, Marken e Moinhos de Vento com Cruzeiro no Canal: 59€.

Na GetYourGuide você pode encontrar todos os tours em Amsterdam com vantagens especiais.

Estima-se, então, que um casal gaste pelo menos R$13 a R$17 mil por pessoa em uma semana na Holanda a turismo, em passeios e hospedagens econômicas.

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Viajar para a Holanda para morar

Quem não é cidadão europeu e deseja morar na Holanda vai precisar de visto. Veja a seguir os principais.

Leia também o artigo que fizemos sobre as melhores cidades para morar na Holanda.

Quais são os tipos de vistos e onde emitir

Existem diversos tipos de vistos para estrangeiros sem cidadania europeia que pretendem permanecer por mais de 90 dias na Holanda. Portanto, se você pretende morar nos Países Baixos, uma dica é analisar qual o tipo de visto que você irá solicitar. E, em caso de dúvidas, consultar o Consulado Holandês.

Trabalho

Visto de longa permanência, também conhecido como MVV (Machtiging voorlopig verblijf), que normalmente é solicitado pelo empregador de quem já foi contratado por uma empresa holandesa. Para quem pede por sua conta própria, nem sempre o processo é simples e muitas vezes o pedido é recusado. Confira também os principais trabalhos na Holanda para brasileiros.

Estudo

Para ser um estudante na Holanda, é necessário obter o visto de longa permanência (MVV) e a permissão de residência (VVR), que será concedida de acordo com a duração do curso. Para iniciar o processo, é preciso já ter sido admitido em uma universidade e comprovar fundos suficientes para se manter durante o período no país. Uma boa notícia é que a própria universidade costuma auxiliar no processo para a obtenção do visto.

Veja aqui como fazer intercâmbio na Holanda: bolsas de estudo, custos e mais.

De companheiro

Específico para cônjuges, parceiros registrados, namorados de alguém que tem nacionalidade holandesa ou permissão de residência válida no país por no mínimo 1 ano. A união deve ser reconhecida como estável, de longo prazo e exclusiva. Os membros do casal precisam ter mais de 21 anos e deverão morar juntos na Holanda, entre outros requisitos.

Outros tipos

Há outras possibilidades de viajar para a Holanda e morar com visto. Por exemplo, a modalidade emitida para intercâmbio cultural, em você vai para os Países Baixos e o anfitrião holandês também deve ter a oportunidade de visitar o país de origem da pessoa que solicitou o visto. E, ainda, o visto de au pair, válido por, no máximo, um ano, para viver uma experiência na casa de uma família holandesa.

Onde tirar os vistos

Todas essas permissões e vistos estão listados no site do Consulado Holandês ou no IND, Serviço de Imigração e Naturalização Holandês. Você consegue ter acesso a mais informações no site oficial Netherlands and You.

Contudo, as maiores chances de ter seu processo aceito ocorrem se o pedido partir da empresa ou da universidade com a qual você terá vínculo na Holanda.

Documentos a apresentar

A documentação varia de acordo com o tipo de visto requisitado. Em geral, todos requerem a apresentação do original e uma cópia, além de serem traduzidos para holandês, inglês, francês ou espanhol. Para iniciar o processo será necessário:

  • Formulário de aplicação para o visto de longa permanência (MVV);
  • Passaporte com menos de 10 anos, válido pelo menos pelos próximos seis meses e com no mínimo duas páginas vazias na seção de vistos;
  • Foto no tamanho padrão de passaporte, tirada há menos de 6 meses;
  • Declaração que comprove a contratação por uma empresa holandesa ou admissão em uma universidade do país.

Vantagens de morar na Holanda

Quem pensa em viajar para a Holanda para fixar residência, com um verdadeiro projeto de vida, certamente já pensou nas diversas vantagens de viver no país. Mas vamos listar algumas delas.

Qualidade de vida

É um dos pontos que mais fazem a diferença, pois os serviços e a infraestrutura pública funcionam muito bem, há segurança, transporte eficiente, acesso à educação e à cultura, entre outras coisas que fazem valer a pena.

Vida ao ar livre

Andar de bike, frequentar os parques e os jardins gigantes em todas as épocas do ano fazem parte da identidade holandesa. Eles celebram a natureza, a respeitam, cuidam e isso faz a diferença.

viajar para holanda

Trabalho

Com uma relação mais transparente e ética entre trabalhadores e empregadores, é possível desfrutar de uma flexibilidade muito grande, além de bônus, home office, licenças e outros benefícios. Um bom exemplo são as férias – e você não precisa esperar um ano para fazer o pedido delas. Pode tirar alguns dias ou períodos maiores, permitindo equilibrar seu descanso e a vida familiar com o trabalho. Saiba como conseguir trabalho na Holanda.

Facilidades no dia a dia

Em cidades como Amsterdam, por exemplo, tudo é muito perto e você não perde horas no trânsito. Normalmente, é só ir de bike e resolver o que precisa. Para lugares mais distantes, o transporte público é confortável e eficiente.

Perto de outros países

Para quem ama viajar, morar nos Países Baixos é uma super vantagem. Em poucas horas de trem e avião você consegue estar em outro país, até mesmo para passar um final de semana. Além disso, costuma haver muitas promoções de passagens e companhias low cost que incentivam ainda mais este prazer.

E as desvantagens de morar na Holanda?

Claro que viajar para a Holanda é bem diferente de morar lá, de fato. Por isso, quando analisamos uma temporada de longo prazo, começam a aparecer alguns problemas. Eles dependem do ponto de vista de cada pessoa, então o que é desvantagem para um pode ser encarado como benefício por outro.

Impostos altos

De 42% a 52% do salário dos holandeses é direcionado ao pagamento de impostos. É um valor bem alto e que deve ser considerado. Por outro lado, no fim das contas isso representa uma vantagem, pois se converte em bem-estar e qualidade de vida usufruídos por todos.

Alto custo de vida

Amsterdam, por exemplo, é a 11ª cidade com maior custo de vida na Europa, de acordo com um ranking recente do Expatisan. É um fator decisivo, ainda mais se você pensa em morar no país. Confira então mais detalhes sobre custo de vida na Holanda neste artigo.

Sistema de saúde

Culturalmente, os holandeses não vão ao médico e não costumam fazer exames preventivos. E os que procuram atendimento recebem tratativas às vezes muito simples, como uma mera aspirina para resolver todos os problemas. Se você é alguém que sempre procura um hospital por qualquer motivo, vai estranhar bastante este jeito holandês e o sistema de saúde no país.

Morar longe da família

Viajar para a Holanda é bem caro e não é sempre que você poderá receber seus parentes e amigos. Morando longe, você perde diversos momentos da família, como casamentos, nascimentos e outras comemorações. Além de estar distante dos abraços e de todo o apoio emocional que a família oferece. Este fator tem peso diferente para cada pessoa, mas é preciso levar em conta.

Alimentação

Nem todo holandês médio se alimenta bem. Muitos substituem refeições por sanduíches com manteiga, presunto, creme de avelã, até mesmo em refeitórios de faculdades e empresas. Para os brasileiros que gostam de comida de verdade, é uma mudança e tanto – mas sempre é possível cozinhar por sua conta e se adaptar. Já publicamos um artigo bem interessante sobre comidas típicas da Holanda, conheça!

Clima

Tem gente que ama e os que odeiam frio. Além do mais o clima nos Países Baixos é diferente do Brasil, chove e venta muito. Reflita sobre qual é a sua preferência, considerando que você precisará levantar cedo para trabalhar e cumprir seus compromissos, como qualquer morador, seja qual for o clima lá fora.

Dicas para viajar para a Holanda

Se animou e pensa em viajar para os Países Baixos? Ótima escolha! Ainda mais se você aproveitar algumas das nossas dicas locais:

  • Use os passes especiais para economizar e cortar filas nas atrações turísticas. Um deles é o Holland Pass, que pode ser utilizado em todo o país, oferece descontos em bares e restaurantes e ainda vem com um guia em papel. Outro passe é o I Amsterdam City Card, para ser utilizado em museus e atrações na capital;
  • Atenção às sinalizações para não ser pego de surpresa. Nas ruas, estações de trem e estabelecimentos, você vai encontrar apenas a inscrição em holandês de termos como proibido (Verboden), “entrada/saída” (binnenkomst e uitgang) ou “aberto/fechado” (open/gesloten), para citar alguns exemplos. Na rua e nas lojas, em compensação, todos falam inglês!
  • Nas ruas de Amsterdam, cuidado com as bicicletas. A velocidade delas é alta! Olhe com atenção antes de atravessar, para ver se há trams ou ônibus no seu caminho;
  • Antes de pegar uma bike e sair por aí, informe-se sobre as regras para ciclistas. Você pode ser multado se avançar o sinal de trânsito da ciclovia ou por estacionar em local proibido;
  • E não deixe de experimentar as cervejas locais! As holandesas são famosas em todo mundo, como a La Trappe. E aproveite a proximidade da Bélgica para experimentar rótulos vindos deste país também – nos supermercados os preços compensam muito!

Antes de fazer as malas, conheça também algumas curiosidades sobre a Holanda.

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Cadastro completo da Remessa Online: o que é e como fazer

A Remessa Online é a plataforma de envio e de recebimento de dinheiro para o exterior que oferece para o cliente com cadastro simples um elevado limite pré-aprovado. Pessoas físicas podem efetuar transferências de até R$ 37.500 por dia, com um limite anual de R$ 75 mil. Caso precise enviar mais que isso, é necessário fazer o cadastro completo da Remessa Online.

O cadastro completo da Remessa Online pode ser a alternativa ideal para enviar transferências de valores mais altos para o exterior. Além disso, com o cadastro completo você tem acesso a descontos e outros benefícios exclusivos.

Confira aqui o que é e como fazer o seu cadastro completo da Remessa Online e também descubra as principais vantagens que essa conta oferece para o seu dia a dia. Vamos lá?

O que é o cadastro completo da Remessa Online

Basicamente, o cadastro completo da Remessa Online é um upgrade do cadastro simples. Nele, o cliente tem um limite maior para enviar ou receber transferências internacionais durante o ano.

De acordo com as regras da Remessa Online, o limite anual é estipulado com base na sua última declaração do Imposto de Renda. Por isso, o cadastro é ideal para quem envia remessas diárias com valores acima de R$37,5 mil ou de R$75 mil por ano.

Para ter acesso, basta criar uma conta gratuita e enviar a documentação correta. Pela plataforma online, você pode enviar dinheiro para o exterior, assim como realizar outras atividades:

  • Enviar e receber transferência para pessoas físicas e empresas;
  • Adquirir ou vender imóveis no exterior;
  • Fazer transferências de patrimônio para o exterior;
  • Fazer pagamentos de cursos, serviços de saúde, etc.

Quem pode solicitar?

Pessoas físicas ou jurídicas podem solicitar o cadastro completo da Remessa Online. É gratuito e pode ser feito na própria plataforma online, em apenas alguns minutos. Contudo, para ser aprovado é preciso enviar os dados e documentação correta.

Se ainda não conhece bem a plataforma, leia o nosso artigo completo sobre a Remessa Online.

Como fazer o cadastro completo da Remessa Online?

Agora que você conhece o que é o cadastro completo, confira quais são os documentos necessários e como fazer o upgrade da sua conta em alguns minutos:

Documentos

Antes de aprender a criar sua nova conta, reúna os documentos abaixo. Eles são solicitados durante o preenchimento do cadastro e serão analisados pela equipe da Remessa Online, em até dois dias úteis.

  • Documento de identidade RG ou CNH, com emissão feita nos últimos 10 anos;
  • Declaração do Imposto de Renda atualizado;
  • Recibo da declaração de entrega do Imposto de Renda;
  • Comprovante de residência, no nome do titular ou dos pais, emitido nos últimos três meses;
  • Ficha cadastral preenchida.

Veja aqui as melhores formas de enviar dinheiro para o Brasil.

cadastro completo remessa online como fazer

Passo a passo: cadastro completo

Com os documentos em mãos, siga o seguinte procedimento para fazer o cadastro completo da Remessa Online:

Passo 1: Acesse sua conta

Acesse o site da Remessa Online e faça o login para ter acesso a sua conta simples. Quem não tem cadastro, pode criar a conta gratuita clicando no ícone “Cadastre-se”.

Acesse sua conta na Remessa Online.

Passo 2: Clique na opção “Perfil” no menu principal

Logo após fazer login no dashboard, clique na opção “Perfil” localizada no menu principal. Será exibida uma página com o formulário que deverá ser preenchido em seguida.
Clique na opção “Perfil” no menu principal

Passo 3: Informe os seus dados pessoais

Clique em “Preencher” ao lado do nome “1. Dados Pessoais Complementares”. Preencha corretamente o formulário com os seus dados pessoais e no final clique em “Salvar e continuar”.

Informe os seus dados pessoais

Passo 4: Informe os seus dados profissionais

Em seguida, clique na opção “Dados Profissionais e Financeiros” e informe os dados sobre o seu trabalho, renda mensal e patrimônio. Por último, clique em “Salvar e continuar”.

Infome os seus dados profissionais

Passo 5: Envie os documentos solicitados para o cadastro completo da Remessa Online

Por fim, na seção “Envie os documentos”, faça o upload dos documentos solicitados pela Remessa Online. Embaixo de cada campo, você pode conferir as recomendações de envio de cada documento. Clique em “Concluir e enviar para análise”.
Envie seus documentos para fazer o cadastro completo da Remessa Online

Precisa declarar no Imposto de Renda?

Sim. Os envios acima de R$10 mil reais, ou equivalente em moeda estrangeira, devem ser declarados anualmente no Imposto de Renda. Para evitar problemas com o fisco, também é importante declarar os valores recebidos ao longo do ano.

Essa informação deve ser enviada durante o período de declaração do IR. Veja abaixo o procedimento para fazer a declaração de envio de remessa internacional:

  1. Instale o programa da Declaração do Imposto de Renda no seu computador ou smartphone;
  2. No campo “Código”, clique na opção “64 – – Dinheiro em espécie – moeda estrangeira”;
  3. Na seção “Discriminação”, informe a quantia em espécie de moeda estrangeira até o último dia do ano-base;
  4. No campo “Situação em 31/12 do ano anterior ao ano-base (R$)”, informe novamente a quantia em reais do saldo de moeda estrangeiro até 31 de dezembro do ano anterior ao ano-base;
  5. No campo “Situação em 31/12 do ano-base (R$)” insira a quantia em reais do saldo de moeda estrangeiro existente. O cálculo deve ser feito com base no custo médio ponderado e correspondente ao valor informado no ano-base anterior, adicionado do valor em reais de cada operação, subtraído do valor de cada alienação realizada no ano-base;
  6. Envie a declaração do IR.

Confira nosso artigo completo sobre como declarar remessas para exterior no imposto de renda.

Impostos e taxas incidentes

Os impostos e taxas incidentes na remessa consistem basicamente em:

  • Câmbio comercial: taxa de câmbio comercial usada na conversão da moeda. Sem inclusão de outras taxas no valor da cotação;
  • Custo: cobrança do custo fixo de 1,3% no envio de remessas internacionais. Tarifa mais barata que os bancos. Ainda, quem recebe transferências e pagamentos do exterior estão isentos de tarifa;
  • IOF: Imposto sobre operações financeiras (IOF) varia entre 0,38% para contas de titularidades diferentes e 1,1% para contas de mesma titularidade;
  • Tarifa bancária: a tarifa é de R$ 5,90 para transferências até R$ 2,500 e é gratuita para valores acima de R$2.500.

Descubra aqui como receber dinheiro pela Remessa Online.

Benefícios oferecidos aos clientes com cadastro completo

O limite maior para enviar dinheiro para o exterior é apenas um dos benefícios do cadastro completo da Remessa Online. Veja todas as vantagens exclusivas que você pode aproveitar com o upgrade da sua conta.

  • Desconto no envio de transferências: ganhe 20% de desconto no custo da sua primeira remessa feita após o upgrade;
  • Acesso ao gerente de conta: converse e tire suas dúvidas com um gerente de conta da Remessa Online. Ele também pode orientar sobre os melhores momentos para fazer suas transferências;
  • Participação em programas de fidelidade: os clientes do cadastro completo participam dos programas Fidelidade ou Fidelidade Gold da Remessa Online. Quanto mais remessas você enviar, mais descontos ganhará;
  • Programa de indicações: ganhe um cupom Remessa Online para compartilhar com seus amigos. Quando um deles fizer sua primeira transferência, você ganha um desconto de 5%. Você pode acumular descontos de até 50% durante o ano.

Confira aqui 12 vantagens da Remessa Online para envio de dinheiro.

Enviar dinheiro através do cadastro completo da Remessa Online é o mais vantajoso do mercado?

Enviar dinheiro para o exterior pelo cadastro completo da Remessa Online é uma alternativa simples, rápida e econômica. Através dele, você pode enviar e receber remessas online e com menos burocracia em comparação aos bancos tradicionais.

A Remessa Online é econômica, pois aplica uma taxa fixa de 1,3% em cada envio de transferência, tarifa mais barata que os bancos. Também usa a taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro incluída. Além disso, o recebimento das transferências é feito em até 1 dia útil.

Ainda, no cadastro completo você tem mais liberdade. Afinal, tem um limite maior para fazer transferências ao longo do ano. Para comprovar que ela é bastante vantajosa, comparamos o envio de uma transferência de R$5.000 para a conta do mesmo titular em Portugal, na Remessa Online e TransferWise. Confira:

Provedor Valor do envio Câmbio Taxas Beneficiário recebe
Remessa Online R$5.000 Câmbio comercial – sem margem de lucro Custo fixo de 1,3% + IOF de 1,1%  795,67€
TransferWise R$5.000 Câmbio comercial – sem margem de lucro R$ 129,66 (IOF de 1,1% incluído) 788,98€

Como pudemos observar pela tabela acima, envia grandes quantias de dinheiro para o exterior com o cadastro completo da Remessa Online é uma alternativa bastante vantajosa. O processo para realizar o upgrade da sua conta simples é prático e você não precisa pagar nada mais por isso.

Além disso, se você utilizar o cupom promocional EURODICAS na parte final de pagamento, garantimos um desconto de 5% no custo da plataforma, deixando sua remessa ainda mais barata. Visite o site da Remessa Online e faça seu cadastro completo!

Para garantir que a Remessa Online é a melhor opção para você, confira as avaliações da Remessa Online na internet.

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Viajar para Europa pós-coronavírus: tudo que você precisa saber

O questionamento sobre quando e como será possível viajar para Europa pós-coronavírus tem sido cada vez mais comum, especialmente para quem já tem uma viagem marcada. O momento ainda é de incerteza, mas já começam a surgir as primeiras previsões com as medidas de retomada do turismo, o que deixa muitos viajantes ansiosos para planejar a viagem ou mudança para o Velho Continente.

Buscamos fontes variadas sobre as perspectivas para o futuro e como será o mundo das viagens pós-coronavírus.

Quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus?

Especialistas em turismo e saúde tentam responder essa pergunta. A previsão é que as fronteiras sejam reabertas em 15 de junho, mas isso não significa que as viagens serão retomadas em sua plenitude. É impossível dizer com precisão quando as pessoas vão voltar a viajar para a Europa, mas uma coisa é certa, não será da mesma forma que antes.

Esse artigo estará em constante atualização assim que tivermos maiores informações sobre abertura das fronteiras e retomada dos voos para o continente.

Muita coisa vai mudar, desde a forma como enxergamos uma viagem, até a maneira como os passageiros são verificados antes de entrar no avião, ou como se faz check-in no hotel, até mesmo como entram e interagem em um museu.

A principal questão a se considerar sobre quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus é o controle de fronteiras, seja ela interna ou externa.

Fechamento de fronteiras externas

A fronteira externa da Europa, fechada desde meados de março, ainda não tem data exata de reabertura, a previsão é que ela seja liberada a partir de 15 de junho, próximo ao início oficial do verão europeu.

Mas, a abertura das fronteiras externas não significa a retomada dos voos e circulação irrestrita de passageiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, desde o dia 27 de maio viajantes oriundos do Brasil ou, que tenham estado no país nos 14 dias anteriores, estão proibidos de entrar.

O país não é o único a impor restrições aos viajantes, a maioria dos nossos vizinhos, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, mantêm a suspensão dos voos e proíbe a entrada de estrangeiros.

Dessa forma, é possível que até o final de 2020, ou até que haja uma vacina, o controle de fronteiras seja mais duro na Europa e no mundo. Pode haver restrições especiais aos países cujo número de casos seja alto ou as políticas públicas para controle da doença sejam ineficientes.

A abertura e fechamento de fronteiras pode se tornar uma realidade, sendo impostas restrições a qualquer momento. Planejar uma viagem nesse cenário significa que podem ocorrer mudanças de planos a qualquer momento, você pode comprar passagens e ser surpreendido na véspera do embarque com alguma restrição.

Fronteiras internas do Espaço Schengen

O controle no trânsito interno entre esses países também mudou. Se antes a livre circulação era uma realidade nas nações que fazem parte do Tratado Schengen, a situação ainda não está normalizada e muitas fronteiras continuam fechadas.

A previsão é que as fronteiras sejam liberadas em junho, mas cada país deve determinar a data de reabertura e os protocolos de fronteira.

  • A Itália anunciou que vai reabrir as fronteiras para a Europa em 3 de junho;
  • Já a Espanha anunciou a reabertura, mas com quarentena obrigatória de 14 dias para quem chega de outros países do bloco. Entretanto, em julho a obrigatoriedade de quarentena deve ser suspensa;
  • Em Portugal, a previsão de reabertura é meados de junho, mas o governo estuda maneiras de verificar se os viajantes foram testados. Uma das maiores preocupações do país é quanto a fronteira terrestre com a Espanha, de onde chega boa parte dos turistas no verão;
  • A Alemanha começou a reabrir as fronteiras terrestres em 16 de maio, porém, mantendo rigorosos controles de entrada, em 15 de junho está prevista a liberação total das fronteiras internas com os países europeus;
  • Na Polônia as fronteiras internas se mantêm fechadas até 12 de junho, o país ainda não apresentou uma previsão de quando as fronteiras externas serão reabertas;
  • A Eslovênia reabriu as fronteiras em 15 de maio para turistas europeus, a previsão é que quando forem reabertas as fronteiras para viajantes de fora da União Europeia, seja imposta a quarentena de 14 dias;
  • Áustria, França e Grécia estão entre os países que reabrem as fronteiras internas em 15 de junho.

Como serão as viagens para brasileiros que vivem na Europa?

O verão 2020 na Europa certamente não será o mesmo de anos anteriores. Além da redução drástica do número de turistas de fora da União Europeia, é possível que seja consideravelmente menor a circulação de europeus entre os países.

Se você já vive no continente, tem visto a discussão constante sobre a reabertura de fronteiras e imposição de quarentena para determinados países. No início da epidemia em solo europeu, foram muitos os destinos que suspenderam os voos de e para a Itália. Por enquanto, o que se espera é que os turistas circulem o mínimo possível entre países.

Viagens internas no verão

As entidades de turismo governamentais dos países europeus já direcionam as campanhas para viagens internas. As viagens de verão devem se restringir ao país de morada, uma vez que própria União Europeia desaconselhou as viagens no período. Algo frustrante para quem vive no continente e está acostumado a todas as facilidades de ir de um país para outro.

O verão europeu, que começa em 20 de junho, deve ser completamente diferente para quem pretende viajar. Conhecer destinos nacionais ou, até mesmo, explorar destinos em um raio de alguns quilômetros de onde se vive deve ser uma realidade.

viajar dentro da Europa pós-coronavírus

Casas de veraneio

Se hospedar em hotéis ou em hostels certamente não em está em questão para grande parte dos viajantes na Europa. As ofertas de estâncias de veraneio, sejam elas no interior ou no litoral, começam a despertar em vários países, como é o caso de Portugal.

Alugar uma casa com tudo que é preciso para aproveitar o verão, como piscina e área de lazer, é uma tendência para o período. Aproveitar as férias evitando locais de aglomeração, como praias e parques naturais é o objetivo de muitos viajantes que procuram destinos isolados.

Transportes nas viagens internas

O setor de transporte, que está diretamente ligado ao turismo também passa por mudanças. A maioria dos viajantes deve optar por trajetos curtos de carro, o que pode ser feito com o aluguel de veículos. Mas as viagens de trem e ônibus aos poucos serão retomadas.

A FlixBus, por exemplo, uma das maiores companhias low cost de transporte de passageiros terrestres, que engloba ônibus e trens, havia suspendido as operações quando as fronteiras se fecharam. Agora, a companhia aposta principalmente em viagens nacionais para estimular os passageiros.

A empresa apresentou em comunicado as novas medidas de desinfecção dos ônibus, assim como a redução do número de passageiros para 2/3 da capacidade dos veículos. Outras medidas são os banheiros fechados e a suspensão da venda de lanches durante a viagem.

Como poderão ser as viagens de avião no mundo pós-pandemia?

Em 2001 o setor de aviação passou por algumas mudanças significativas. A motivação foi completamente diferente, os atentados terroristas de 11 de setembro impactaram algumas regras básicas de segurança para embarcar.

Se um atentado terrorista em um país impactou o setor aéreo em todo o mundo, uma pandemia, com propagação global de uma doença, certamente os impactos serão ainda maiores. Ainda é cedo para ter certeza para qual ou quais caminhos a pandemia vai levar o setor, mas algumas especulações começam a surgir.

Entenda o que pode mudar nos voos para viajar para Europa pós-coronavírus:

Testes rápidos

A primeira vista parasse irreal, se nem os países conseguem testar todos os casos suspeitos as companhias aéreas conseguiriam? A Emirates, em abril começou a testar seus passageiros com exames rápidos. Por enquanto, se trata de um caso isolado, apenas uma companhia aérea de luxo conseguiu colocar em prática, logo ter essa possibilidade para todas as companhias talvez não seja possível a curto prazo.

Mas é algo que pode sim vir a acontecer nas viagens, especialmente, internacionais.

Medição de temperatura

Se testar os passageiros é caro e fora de mão para muitas companhias, aferir a temperatura antes de embarcar pode sim se tornar um realidade. Em alguns países a medição de temperatura já está em prática, como a China. Na Europa espera-se que com a retomada dos voos a prática ocorra nos aeroportos.

medidas nos aeroportos Europa pós-coronavírus

Máscara e distanciamento nos aviões

Muito se tem falado sobre a retomada dos voos e a inviabilidade de distanciamento entre os passageiros na aeronave. O uso de máscara já é obrigatório, tanto para passageiros, quanto para a tripulação.

Por outro lado, o distanciamento dentro das aeronaves, com lugares vazios entre os passageiros, pode não se tornar realidade, especialmente pelos custos que acarretaria, uma vez que com aviões mais vazios as passagens aéreas encareceriam.

A interação entre passageiros e tripulação também deve ser mínima, mas vão ficar as refeições a bordo?

Alimentação dentro do avião

O serviço de bordo pode sofrer mudanças significativas. Especialmente em relação às refeições quentes que podem ser extintas ou trocadas por alimentos frios e pré-embalados. A água também não deve ser mais reposta nos copos, sendo distribuídas garrafas entre os passageiros.

Por fim, a implantação de máquinas automáticas de alimentos a bordo pode se tornar uma realidade, dando maior autonomia para os passageiros sobre o que e quando se alimentar dentro do avião. Levar o lanchinho na bolsa de mão também vale.

Fim das filas para entrar no avião?

O voo ainda nem iniciou o embarque e a fila já está gigante. É possível que essa cena demore para se repetir nos aeroportos pelo mundo. Para alcançar o distanciamento mínimo necessário entre as pessoas, as filas rondariam os 800 metros, o que poucos aeroportos comportariam.

São muitas as alternativas propostas, mas uma coisa é certa, a maneira como os passageiros embarcam vai mudar.

Desinfecção de passageiros e malas

Viajar só com mala de mão é cada vez mais comum, especialmente pela cobrança para despachar malas. Por isso, a desinfecção de passageiros e malas antes de entrarem no avião pode se tornar uma realidade. No Aeroporto Internacional de Hong Kong, por exemplo, já estão sendo instaladas cabines de desinfecção para os passageiros, o processo leva apenas 40 segundos.

Além das malas de mão que acompanham os viajantes, as malas despachadas também devem passar por processos próprios de desinfecção quando os voos retomarem a normalidade.

Comprovativos de imunidade para viajar para Europa pós-coronavírus

Sabe o Certificado Internacional de Vacina que muitos países exigem da febre-amarela? Esse comprovativo para o coronavírus pode se tornar uma realidade para viajar para Europa pós-coronavírus, especialmente quando houver uma vacina. Ou, ainda, um certificado de imunidade, conferido a quem já teve a doença e desenvolveu imunidade.

O novo normal nas atividades turísticas na Europa pós-pandemia

Dentro do setor de turismo são muitas as áreas afetadas e a retomada significa passar por mudanças significativas. Para permitir que seja possível viajar para Europa pós-coronavírus cada setor vai ter que se adaptar para promover a sensação de segurança que os turistas ainda não recuperaram completamente.

Hotéis e hospedagem pós-pandemia

Soluções de self check-in e café da manhã individualizados são algumas das previsões para a retomada das viagens pós-pandemia.

As recepções com atendentes e o contato direto com os funcionários podem ser substituídos por soluções digitais, especialmente as que possam ser acessadas direto do celular do viajante.

O buffet de café da manhã também não deve retornar tão cedo. É possível que a refeição seja substituída por soluções individualizas ou, ainda, removidas das facilidades da maioria dos hotéis.

As hospedagens em casas no período pós-pandemia também devem mudar. A higienização e desinfecção dos espaços passará a ser uma exigência em plataformas como o Airbnb. Os viajantes estarão mais preocupados em saber quais foram as medidas de limpeza do ambiente após a saída dos hóspedes anteriores.

Restaurantes e a alimentação

A curto prazo são muitas as medidas para o setor de alimentação retomar as atividades. Cuidados extras no atendimento, assim como o distanciamento dos clientes são alguns dos pontos a serem implementados.

É possível que os viajantes experimentem novos modelos de atendimento nos restaurantes, com menos interação com os garçons e mais autonomia nos pedidos e nos serviços.

Assim como no café da manhã de restaurantes, os serviços de buffet, nos quais o próprio cliente se serve, devem passar por mudanças consideráveis.

Visitação de museus e pontos turísticos

Um dos setores que sofreu grande impacto com a pandemia foram os museus e atrações turísticas. Coliseu vazio, a Torre Eiffel fechada e centenas de museus com atividades suspensas. Gradualmente elas começam a ser retomadas, entretanto com restrições, por isso, vai ser preciso se planejar para viajar para Europa pós-coronavírus e conseguir visitar o que você deseja.

Além de desenvolver circuitos alternativos para dispersar os visitantes dentro dos museus, o controle do número de entradas também será uma realidade. Se há pouco tempo observávamos novos recordes de lotação, certamente 2020 vai ser um ano atípico nesse cenário. Muitas das medidas devem se estender até 2021.

viajar para Holanda distanciamento social

As viagens que podem ser repensadas pós-pandemia

Algumas modalidades de viagem podem ser mais afetadas que outras. Por exemplo, porque fazer uma viagem de negócios se a maioria das questões pode ser tratadas online em uma chamada de vídeo? A seguir apresentamos alguns exemplos, confira:

Intercâmbios

Programar um intercâmbio para 2021? Talvez ainda não seja a hora para isso. Muitas instituições de ensino pelo mundo, sejam acadêmicas ou de idiomas transferiram suas aulas presenciais para o ambiente online e não há previsão de que elas retornam as salas tradicionais.

Com isso, viajar para fazer intercâmbio na Europa talvez demore a fazer parte da realidade. Uma alternativa é planejar a atividade para longo prazo, assim, será possível ter uma experiência completa, vivenciando o dia a dia no país.

Viagens de negócios

Atravessar o Atlântico a trabalho não será uma atividade tão corriqueira no futuro próximo. Se antes as multinacionais e empresas com altos volumes de negócio de importação e exportação mantinham um tráfego constante de seus executivos com o exterior, isso não deve ocorrer até que seja completamente seguro viajar.

O home office e a possibilidade de fazer reuniões importantes de forma segura pela internet podem tornar as viagens não essenciais de trabalho algo do passado. Além do risco de expor os funcionários, a abertura para receber viajantes recém-chegados do exterior vai cair.

Cruzeiros

Sempre sonhou em fazer um cruzeiro? É possível que esse sonho demore para acontecer de novo. As companhias de cruzeiro do mundo inteiro podem perder cerca de 90% do faturamento. Isso porque, com os casos notórios de navios que se tornaram focos, como Diamond Princess, ou o Norwegian Jewl que foi recusado em vários portos do Pacífico, levaram medo a muitos viajantes.

Por se tratar de um ambiente confinado, um simples caso pode acabar gerando um surto no navio. Assim, até que seja seguro fazer um cruzeiro, o que pode acontecer apenas em 2021 ou quando uma vacina surgir, essas passeios vão ser mais evitados.

Fim do turismo de massa na Europa?

Ainda é cedo para dizer se é o fim, mas certamente é uma desaceleração na massificação do turismo. Ser levado pela corrente nos corredores do Museu do Vaticano ou se amontoar com centenas de pessoas para ver a Monalisa no Louvre, são situações impensáveis neste momento.

Muitas cidades pela Europa já se exauriam do turismo de massa e seus efeitos devastadores sobre as cidades e suas populações. Dois bons exemplos são Veneza e Barcelona, que foram impactadas duramente nos últimos anos.

É impossível não ligar a pandemia ao turismo de massa, é comprovado que as viagens entre países e continentes espalhou o vírus por cada canto do mundo. A necessidade de consumir o turismo como produto, promovido pela facilidade de voos, barateamento de estadias e outros facilitadores, levou muitos lugares a exaustão e a pandemia é um freio, pelo menos momentâneo para o crescimento do turismo.

viajar para Barcelona pós-coronavírus

Turismo sustentável na Europa pós-pandemia

Em meio as dúvidas e insegurança para viajar, ressurge um movimento que pretende estimular o turismo sustentável. Esse modelo busca promover ambientes de coexistência harmoniosa entre o turismo e a cidade, para que ambos possam se desenvolver de forma benéfica.

Quando falamos de benefícios, é preciso lembrar que apesar de trazer renda e sim, isso é bom, ela deve ser sustentável, sem gerar impactos negativos na cidade e seus habitantes.

Entre os principais benefícios da redução da velocidade e voracidade do turismo está a reocupação dos espaços urbanos pela população local. Em cidades como as já citadas, assim como no Porto, Lisboa, Madrid e vários outros destinos na Europa, a população local foi removida para os subúrbios das cidades, já que os mais centrais se tornaram em sua maioria alojamentos para turistas.

Assim, os ambientes urbanos se tornaram quase fantasmas, com índices de ocupação para moradias muito baixos. O turismo sustentável, em um primeiro momento, pode gerar prejuízo, mas os locatários terão que se reinventar, destinar as habitações a estudantes e pessoas que vivem na cidade.

Os turistas também ganham com o turismo sustentável. Não existe nada mais desagradável durante uma viagem do que ser privado do prazer de admirar um monumento, apreciar uma obra de arte ou uma vista bonita porque existem centenas de pessoas esperando que você dê lugar a ela.

Vamos ter medo de viajar para Europa pós-coronavírus?

No início sim, mas com o tempo as pessoas vão voltar a se sentir mais seguras e confortáveis para voltar a entrar em um avião. Especialmente a medida que forem desenvolvidos tratamentos comprovadamente eficientes, assim como com a chegada de uma possível vacina. Até lá, as pessoas vão sim ter medo de viajar.

Posso responder por mim: sim, tenho medo de viajar nos próximos meses. Sou apaixonada por viagens e já volto para casa pensando em qual será o próximo destino. Mas agora, não tenho planos de sair do país e vou aproveitar o verão europeu para conhecer destinos portugueses que ainda não visitei. Sobre entrar em um avião e enfrentar uma longa viagem? Só no final do ano para ver a família no Brasil.

E você, tem medo de viajar para Europa pós-coronavírus ou já está preparado para arrumar as malas?

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